desesperar
espera apreensiva
quero ver o mar
ouvir o som das ondas
pular e sorrir
tentar ver o fim do oceano
sem fim
salgado
sem lágrimas
sol de ternura
viagem dos tempos
com as estrelas
sem feijão
sem subir até as nuvens
e subir até a serra
longe dos portões do castelo
e dos jardins sem flores
nem lesmas
com curvas perigosas
que se perdem na manhã
levam ao destino
para pisar na areia branca
contemplar o mar azul
e purificar a mente
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