E as vezes ainda sonho com a janela
ouço o som do balançar dos galhos das árvores
que anunciam a chuva da tarde
e meus olhos ainda veêm as luzes
que os entorpecem à distancia
e o horizonte em concretos como estátuas
estão não apenas na retina
mas na mente perturbada pela escolha
pelas luzes, pelo vento
pela janela...
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