Vou lhes falar dessas tardes de outono, quando os raio de sol não são suficientes para aquecer o ar gélido que assola meu corpo.
A lembrança que tenho são das outroras.
Contemplava o verde das montanhas perdendo sua cor com o frio das geadas e o mato, que fica bege, refletia o resultado das madrugadas geladas.
A memória não falha e sinto até o cheiro do ar voltando as minhas narinas.
Mas meus olhos não contemplam as mesmas imagens e o cérebro tristemente resume tudo em uma única palavra...
...saudade!!!
Um comentário:
Muito lindo Faustino! Axo q sao as palavras o meio mais claro de uma pessoa mostrar o que tem no coraçao...
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